Copy. Narrativa. Presença. Venda.
Tem gente mais rasa que você
sendo mais lembrada que você.
Você posta. Aparece. Faz tudo certinho. E mesmo assim, quando chega a hora de contratar, a pessoa lembra de outro. Não porque ele é melhor. Porque ele ficou na cabeça.
Um mês inteiro de comunicação que não some depois de 24 horas.
Sem formulário frio. Se fizer sentido, a conversa começa direto pelo WhatsApp.
Tem gente que aparece todo dia
e mesmo assim ninguém sente falta quando some.
Você posta uma foto bem editada.
Escreve uma legenda razoável.
Coloca no story. Fecha o app.
E finge que não está esperando o celular vibrar.
Quando volta, as curtidas estão lá. Algumas respostas.
Mas a dúvida também está: será que isso está levando a algum lugar?
Enquanto isso, alguém mais raso tá vendendo mais.
Não porque é melhor.
Mas porque se comunica com mais força.
Você sabe mais. Mas parece comum.
O problema não é frequência.
É que seu conteúdo não está ficando na cabeça de ninguém.
Gabriel Pierre escreve conteúdo pra quem cansou de postar e torcer. Pra quem quer parar de parecer mais um perfil educado no feed e começar a ocupar espaço na mente do público antes que a dor vire busca.
Conteúdo que não gruda é só tempo perdido com design bonito.
A dor é diferente. O remédio também.
Tem gente que precisa parar de parecer comum. Tem gente que precisa transformar atenção em conversa. Tem gente que precisa reconstruir tudo do zero. Cada serviço resolve uma camada diferente.
Lastro
Pra quem cansou de postar e parecer mais um.
Você abre o Instagram, posta, fecha o app e finge que não está esperando reação. Só que no fundo sabe: isso não está construindo nada. O Lastro é um mês inteiro de conteúdo pensado pra parar de alimentar algoritmo e começar a ocupar memória.
Inclui
- 12 sequências de stories
- 4 carrosséis
- 8 roteiros de Reels
- Premissas que criam tensão
- Narrativa com direção
- Linguagem que não parece IA
- Conteúdo que empurra pra conversa
Melhor para:
Quem posta, mas sabe que está desperdiçando repertório.
"O cliente ideal até vê seu conteúdo. Mas não sente nada forte o suficiente pra chamar."
Quero meu LastroRitmo
Pra quem tem engajamento, mas não tem procura.
Você recebe elogio. Ganha seguidor. Tem gente que salva, compartilha, comenta. Mas quando chega a hora de vender, o silêncio constrange. O Ritmo transforma presença em caminho. Cada conteúdo passa a ter uma função dentro de uma jornada que termina em conversa.
Inclui
- Tudo do Lastro
- Diagnóstico mensal da comunicação
- Linha editorial com intenção
- Mapeamento de temas por objetivo
- 1 página de captura
- 1 sequência de mensagens
- 1 roteiro de venda ou conversa
- Direção de CTA que funciona
Melhor para:
Quem recebe aplauso, mas não recebe proposta.
"Engajamento sem caminho é só popularidade que não paga boleto."
Quero meu RitmoDomínio
Pra quem sabe que o problema não é mais o conteúdo.
Você já tentou de tudo. Já melhorou o visual. Já estudou copy. Já testou funil. E ainda assim, a sensação é de que tem algo travado. O Domínio é pra quem percebeu que o problema virou sistêmico: posicionamento, oferta, funil, percepção de valor. A comunicação vira arquitetura.
Inclui
- Tudo do Lastro e Ritmo
- Diagnóstico profundo de posicionamento
- Criação da Big Idea da oferta
- Estrutura completa de funil
- Página de vendas ou aplicação
- Sequência de e-mails ou mensagens
- Scripts de venda
- Assistente GPT personalizado
- Revisão estratégica mensal
Melhor para:
Quem cansou de ajustar detalhe e quer reconstruir a base.
"Quem não domina a própria narrativa vira refém da comparação."
Quero meu DomínioLastro
O peso invisível que faz alguém lembrar de você mesmo sem te seguir todo dia.
Você já reparou que tem perfil que você acompanha de longe, quase sem interagir, mas quando precisa de algo naquela área, pensa nele primeiro?
Isso é lastro. É o resíduo que um conteúdo deixa na sua cabeça mesmo depois que você fechou o app.
Sem lastro, o conteúdo até aparece. Mas some rápido. Vira mais um retângulo bonito que passou no feed e morreu.
Com lastro, cada post deixa uma camada. Uma tensão. Uma percepção nova. Uma frase que volta na hora errada.
É assim que presença se constrói: não pela quantidade, mas pelo peso de cada aparição.
O público não compra de quem aparece uma vez. Compra de quem já estava na cabeça dele quando a dor apareceu.
Premissa com tensão
Se a primeira frase não cutuca, o resto vira decoração. Cada conteúdo começa com uma ideia que incomoda antes de explicar.
Repertório real
Nada de frase reciclada da internet. O conteúdo nasce do que o cliente sabe, viveu, viu e defende. Bastidor vira matéria-prima.
Sequência com direção
As peças do mês não são jogadas no calendário. Elas conversam entre si. Uma abre a ferida, outra aprofunda, outra oferece saída.
Percepção antes da venda
A copy muda a forma como o público enxerga o problema. Quando a pessoa entende diferente, ela começa a querer diferente.
Venda invisível
Mesmo quando o conteúdo não vende diretamente, ele empurra a pessoa um centímetro pra mais perto da conversa que ela está evitando começar.
Memória antes da busca
O objetivo não é só engajamento. É fazer o público pensar em você quando a dor apertar, antes de abrir o Google.
Conteúdo sem lastro vira ruído. E ruído não vende.
O que você recebe todo mês
O número é só a parte visível. O que sustenta isso não aparece no entregável. Aparece no efeito.
sequências de stories
Não é bom dia + enquete. É conversa montada pra abrir tensão, mostrar bastidor, criar identificação, cutucar uma dor e empurrar pra resposta. Cada sequência termina com alguém mais perto do direct.
carrosséis
Com premissa que incomoda na primeira linha. Progressão que prende. Slide final que faz salvar, compartilhar ou chamar. Não é carrossel educativo genérico. É um argumento que anda.
roteiros de Reels
Abertura que segura o dedo. Virada que muda percepção. Fechamento que gruda na cabeça. Não é vídeo pra viralizar e morrer. É vídeo pra fazer alguém voltar no perfil querendo mais.
O número é só a parte visível.
Você não paga por 24 entregas. Você paga pra não precisar abrir o Instagram todo dia sem saber o que postar, fingindo que improviso vira estratégia.
Diagnóstico da voz
Antes de escrever, Gabriel entende como você pensa, vende, defende ideias e quer ser percebido. Não é formulário. É escuta.
Mapeamento de temas
Os conteúdos não são jogados no calendário. Eles seguem uma lógica que constrói percepção semana a semana.
Premissas com tensão
Nada de começar com frase morna. Cada conteúdo nasce de uma ideia que incomoda antes de explicar.
Copy que vende sem gritar
Mesmo quando não vende diretamente, o conteúdo aproxima. Cada linha empurra a pessoa um passo mais perto da conversa.
Roteiros com retenção
Não é vídeo pra bombar e morrer. É roteiro que segura atenção, muda percepção e termina com uma frase que volta na hora errada.
Carrosséis com argumento
Cada slide conduz pra uma percepção nova. Não é informação solta. É um raciocínio que anda até o CTA.
Linguagem que não parece IA
Texto com sangue. Frases que parecem novas. Nada de copy que poderia sair de qualquer perfil ou prompt genérico.
Direção estratégica
O mês precisa fazer sentido como conjunto. Não é só entrega. É arquitetura de presença.
O cliente não compra um calendário preenchido. Compra um mês inteiro sem parecer mais um perfil educado no feed.
Se você se reconhece em alguma dessas cenas, talvez o problema não seja você.
Você tem uma ideia boa no banho, anota no bloco de notas e nunca transforma aquilo em venda
Você passa dias ajustando design, mas a frase continua sem sangue
Você vê alguém mais raso vendendo mais, não porque é melhor, mas porque se comunica com mais força
Você posta, recebe elogio, mas quando chega a hora de vender, o silêncio constrange
Você sabe mais do que muita gente, mas sua comunicação não sustenta isso
Você aparece, mas não permanece
Se o seu conteúdo parece correto, mas não gera conversa, desejo ou procura, talvez o problema não seja frequência.
Talvez seja falta de peso.
"Quem pensa grande e comunica pequeno ensina o mercado a pagar pouco."
Copywriter. Estrategista. Criador.
EST. 2020
Eu aprendi copy em lugares onde frase bonita não bastava.
Gabriel Pierre é copywriter, estrategista de funis, criador de produtos digitais e assistentes GPT. Mas o título vem depois do campo.
Eu já escrevi pra Gabi Cervantes, a moça do Funil Perpétuo. Já atuei com marketing político e participei de uma campanha que ajudou a eleger um vereador. Já validei criativos de direct response nos Estados Unidos.
Esses ambientes mudam a forma como você escreve. Porque quando a copy precisa vender de verdade, convencer, mover voto, atravessar fronteira — você começa a entender que texto não é enfeite.
Texto é direção de percepção.
Eu crio conteúdo, copy, funis e assistentes GPT pra quem quer transformar o que sabe em presença, produto e venda. Sem parecer mais um no feed.
"Meu trabalho começa antes da frase. Começa no jeito como o público precisa enxergar o problema."
Ideias que guiam o trabalho
Cada uma dessas frases poderia virar post. Mas aqui elas viram filtro.
Copy não é texto. É direção de pensamento.
Conteúdo sem premissa vira ruído educado.
Quem comunica abaixo do próprio valor treina o mercado a desconfiar do preço.
A venda começa antes da pessoa perceber que está sendo vendida.
Oferta fraca transforma tráfego em incêndio caro.
IA não substitui estratégia. Ela amplifica quem sabe pensar.
Post qualquer um publica. Presença, poucos constroem.
Se a primeira frase não segura, o resto vira decoração.
Além da copy mensal, eu crio produtos que pensam junto.
Gabriel Pierre também cria assistentes GPT, prompts mestres, produtos digitais e estruturas de venda pra quem quer transformar o que sabe em ativo.
Não são prompts bonitinhos. São ferramentas pensadas pra traduzir raciocínio, processo e tomada de decisão em algo que funciona sem você do lado.
LaunchMaster X
A arquitetura por trás de lançamentos que convertem.
Para: Infoprodutores em fase de escala.
Saber maisPrompt Mestre Anti-IA
Prompts que fazem a IA soar humana.
Para: Quem usa IA pra produzir mais.
Saber maisRepertório bom não aparece gritando. Aparece na precisão.
Tem gente que aprende copy sublinhando livro. Gabriel também.
Mas parte do repertório veio de lugares onde a frase precisava carregar responsabilidade.
Onde errar custava voto, venda ou confiança.
Ambientes onde a comunicação não pode apenas parecer inteligente. Ela precisa mover alguma coisa.
"Quando a frase precisa funcionar, vaidade vira peso morto."
Sua próxima postagem pode ser só mais uma.
Ou pode ser a que começa a mudar quem lembra de você.
Se você cansou de postar e torcer, se você sabe que está comunicando abaixo do que pensa, se você quer parar de ser mais um perfil educado no feed — a conversa começa aqui.
Não precisa chegar com tudo pronto. Precisa chegar com algo real pra construir.
"Ideia parada não vira autoridade. Vira lembrança do que você quase colocou no mundo."